Devaneios…

Ninguém se mantem fiel aos seus princípios até o fim. As pessoas são traiçoeiras e facilmente corrompíveis. E é isso que me faz hesitar e me torna tão insegura em relação à elas.

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Devaneios…

Beleza e só beleza!

Agora a pouco assistindo um vídeo de um vlogueiro qualquer no YouTube, notei (!) que ele era bem gatinho, porém um pouco gordo. Mas eu nunca fui de ligar pra essas coisas. Sério! Beleza não a primeira coisa pra mim. Daí, as “molas e rodinhas” da minha cabeça começaram a funcionar e, como faz um tempo que não posto nada, achei que seria uma boa dividir isso.
Fato é, que uma coisa que todo homem diz e toda mulher acha que é desculpinha esfarrapada, pode ser verdade. Quando um cara olha uma menina, ele só está enxergando sua beleza. E não há nada de mais nisso. Eu, por exemplo, vi o cara, achei gato, mas ele era gordinho. Aí todo encanto se acabou… Mas ali eu pensei: “Se meu namorado fosse gordinho ou feio, sei lá! Não faria diferença alguma. Porque eu o conheço, seu jeito e tudo, que a beleza e os atributos físicos acabam sendo um detalhe (não que meu namorado seja feio, ele é um “pitel”! haha…). As pessoas que nós, tanto homens, quanto mulheres vimos na rua, TV ou em qualquer lugar, são atrativas por pura beleza física! Isso não quer dizer que o cara vai olhar uma menina e te largar só porque ela é bonita. Isso é a coisa mais normal do mundo. E vai dizer que você, mulher, nunca deu uma olhadinha inocente para um gatinho de bobeira por aí?!

Beleza e só beleza!

O Grito de Munch

O Grito, brilhante obra do norueguês Edvard Munch, foi vendido por valor recorde de US$ 120 milhões em um leilão em Nova Iorque. Mas o que me adimira nessa história não foi o valor do arremate, que vale cada centavo (confesso, daria até mais se pudesse e meu dinheiro desse!), e sim um individuo disposto a pagar 120 milhões em UM quadro!

O Grito é uma pintura datada de 1893. A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. O pano de fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-Sol.O Grito é considerado como uma das obras mais importantes do movimento expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par da Mona Lisa de Leonardo da Vinci.

Fonte: Wikipédia

O Grito de Munch

A sublime arte do flerte

Saio de casa e dou de cara com uma tarde linda. Céu azul, de inspirar qualquer poeta. Coloco meus fones de ouvido e qual melhor trilha? Meus queridos FabFour. Tomo o ônibus e vou dar uma volta.

Ao som de “Hello, Goodbye”, em uma pequena ruela do bairro mais antigo da cidade. Admirando a linda vista de fora da janela, me deparo com um olhar vindo direto em minha direção. Que me deixou ao mesmo tempo assustada e pensativa. E no embalo desse devaneio acabei percebendo o quão belo um simples flerte pode ser.
Mas não estou falando aqui daquela troca de olhares inocente e sem querer que se dá a qualquer pessoa. Um flerte de verdade tem muito mais magia a encartar e envolver. E exige, arrisco a dizer, certa sintonia entre as duas vítimas. Aquele momento, mesmo que por apenas um segundo, tem que ser mágico. O que no resultado positivo, pode levar até mais alguns segundos de “Uau!”.
É ótima a sensação de um flerte e não a nada demais em fazê – lo. Eu como uma pessoa comprometida que sou digo que isso é pura e simplesmente uma manifestação do instinto sedutor do ser humano.
A sublime arte do flerte

O amor: a pior e mais perigosa droga

“Em linhas gerais, a abstinência vem da palavra ‘abster’, que significa ‘privar do exercício de uma função ou direito’, ou seja, a abstinência é caracterizada quando o ser humano deixa de fazer coisas que até então faziam parte do seu cotidiano.”

E quando a abstinência é amorosa?! Quando alguém lhe dá altas doses de carinho, atenção, respeito e, por algum motivo, some. E você fica com a angustiante sensação de que agora não é mais algo passageiro. Que agora você precisa e sente uma absurda necessidade disso. Pois bem, vou – lhes relatar a minha incrível crise de abstinência de amor.

Como o próprio post titula, é como uma droga mesmo.Começou com aquela inocente e “controlável” vontade de experimentar. Algo que me chamava atenção bem antes. E eu que até então achava que nem chegaria perto, agora me vejo presa. De tal maneira que não sei como nem quando essa extrema vontade começou a exercer tão grande poder em mim. Mas talvez, bem lá no fundo, eu soubesse que chegaria a esse ponto, ou quisesse.

Em uma bela – sim, realmente bela! – tarde, começo a perceber que não! Naquele dia não tomaria a satisfatória dose de minha droga. Duvidosa, confusa, mas deliciosa, que com uma palavra é capaz de me transportar para um mundo onde tudo é perfeito. Quando se é dependente, só o fato de saber que não vai conseguir o objeto de sua satisfação emocional, as mãos começam a ficar frias e trêmulas, um frio toma conta de seu corpo, como se não houvesse um órgão vital sequer. Perdem – se os sentidos, não se sabe onde estão as coisas, não se sabe onde está e nem importa! Se começa a andar de um lado a outro, porque você simplesmente não consegue mais ficar parada, pois seria assustador não conseguir controlar os movimentos. E, finalmente, num ato desesperador, a vontade de chorar (porque, apesar de tudo, ainda é uma abstinência de amor. Há sentimento!).

E sabe qual é pior sensação de todas? É saber que começo a descobrir o que é estar realmente apaixonada…

O amor: a pior e mais perigosa droga

Atípico e habitual

Princesas “Burtonianas”

Ontem, enquanto passeava pela internet, achei um site onde vi desenhos de algumas Princesas Disney feitos com o estilo “sombrio” de Tim Burton, do qual sou uma grande fã. Inspirada, fui dar uma volta pelo Google e achei outras lindas (sim, lindas!) imagens do estilo Burton. Meu namorado estava do meu lado e não acreditou que eu pudesse gostar de um estilo tão mórbido.

Na verdade, nunca gostei de temas muito “coloridos”, a não ser os psicodélicos. Nunca confiei em palhaços (Fala sério! Não dá pra confiar em alguém que está feliz o tempo todo!) ou em qualquer outra manifestação Hare Krishna riponga!

É um estilo de arte charmoso, eu diria. Lindo e bem feito, com suas formas geométricas desalinhadas, cores frias, cenários obscuros, corpos magros e olhos fundos. De certo, acabei me identificando por ser uma pessoa mais reservada (não tímida, diria “extrovertímida”). Mas não me interprete mal. Não sou um tipo gótico vampiresco. Sou uma pessoa normal, do modo de vista social! porém, mais serena e discreta.

Portanto, quando pensar em me trazer um lindo buque de rosas vermelhas, as espere secar e morrer. Serei muito mais grata!

Atípico e habitual

Tudo novo… de novo!

Novo blog, velhos hábitos. Porque o corpo muda, mas a essência é sempre a mesma! Devido a complicações com o ‘saudoso’ Blogspot, resolvi migrar pra o WordPress e trouxe também algumas postagens importantes (que eu considero, pelo menos!) do blog antigo. Vou ficar por aqui, compartilhando pensamento, devaneios, baboseiras e afins… Sinta-se à vontade para entrar nesse pequeno mundo, que agora minha cabeça circunda, traduzido em palavras. E olha que não é tão fácil!…

Tudo novo… de novo!